2ª Igreja do Evangelho Quadrangular

Ministério: Rev. Júlio e Rev. Eliana































































sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Pare um minuto e pense no seu procedimento com relação a este tema.Dízimo!

Você costuma reter dízimos, primícias e ofertas? Deus quer que você renove o seu relacionamento com Ele e passe a adorá-lo voluntariamente e com alegria, dando-lhe com fé O MELHOR de tudo que Ele mesmo lhe deu. Isso revela seu relacionamento com Ele, se você confia nEle ou se desconfia dEle.

A Bíblia diz que o ato de entregar é como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus (Filipenses 4:18), termos exclusivos para expressar verdadeira adoração!

Dízimo, o que significa?

“Apareceu o Senhor a Abrão e lhe disse: Darei à tua descendência esta terra. Ali edificou Abrão um altar ao Senhor, que lhe aparecera” (Gênesis 12.7).
Embora não houvesse ainda leis ou regulamentos que estabelecessem ofi cialmente o dízimo, Abraão frequentemente o levava ao altar apropriado, onde eram celebradas as cerimônias religiosas em louvor e sacrifício ao verdadeiro Deus. Na época em que seu sobrinho Ló foi levado cativo pelo rei Quedorlaomer e seus aliados, ele tomou consigo trezentos e dezoito homens e os perseguiu até vencê-los, libertando seu
sobrinho e trazendo consigo grande quantidade de riquezas. Dos despojos, Abraão fez questão de retirar o dízimo e entregar ao sacerdote:
“Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo; abençoou,
ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra; e bendito
seja o Deus Altíssimo que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo” (Gênesis 14.18-20).

O dízimo é um ato que expressa confiança irrestrita em Deus, e quem o entrega recebe Dele uma vida plena e feliz. O velho Abraão foi um testemunho exemplar dessa premissa.
Sua fé, fidelidade e amor ao Deus Altíssimo eram superiores a todos os seus contemporâneos, e por si só, resolveu tributar a Deus parte do que lhe vinha às mãos, sem usura ou avareza. Deus conhecia o coração de Abraão e sabia do zelo
que tinha por Sua Casa, por isso o abençoou e a sua família, engrandecendo sobremaneira sua posteridade e dando-lhe uma vida longa e farta:
“Foram os dias da vida de Abraão cento e setenta e cinco anos. Expirou Abraão; morreu em ditosa velhice, avançado em anos; e foi reunido ao seu povo”
(Gênesis 25.7-8).


O estabelecimento oficial do dízimo


A lei que estabelecia o dízimo como obrigatoriedade aos fi lhos de Israel, surgiu com a necessidade de sustento da tribo de Levi, que fora designada para cuidar exclusivamente do tabernáculo da congregação. A
tribo de Levi não trabalharia em ofícios normais, e deveria dedicar-se totalmente ao serviço da congregação e tudo concernente a ela. Por isso, como os levitas não podiam trabalhar em prol de suas famílias, Deus
determinou que parte das colheitas, das crias dos animais e de tudo o que se negociava fosse entregue no templo para provimento das condições necessárias aos cultos e às solenidades festivas:
“Aos fi lhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, serviço da tenda da congregação. E nunca mais os fi lhos de Israel se chegarão à tenda da congregação,para que não levem sobre si o pecado e morram. Mas os levitas farão o serviço da tenda da congregação e responderão por suas faltas; estatuto perpétuo é este para todas as vossas gerações. E não terão eles nenhuma herança no meio dos fi lhos de Israel. Porque os dízimos dos filhos de
Israel, que apresentam ao Senhor em oferta, dei-os por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos fi lhos de Israel, nenhuma herança tereis” (Números 28.21-24).

A santidade do dízimo

As primeiras coisas dizimadas aos sacerdotes eram as colheitas, as frutas e alguns animais, exceto os que
eram considerados imundos. Dos animais considerados superiores, ao passarem para a pastagem, um de
cada dez era retirado como dízimo. Os produtos da terra, depois de oferecidos, podiam, de acordo com a
conveniência ou necessidade do produtor, ser trocados por dinheiro, desde que os valores fossem correspondentes
a duas vezes o valor dos produtos. Mas, não era permitido o resgate de uma décima parte do
rebanho de ovelhas ou gado bovino, por serem considerados santíssimos.
“No entanto, nada do que alguém dedicar irremissivelmente ao Senhor, de tudo o que tem, seja
homem, ou animal, ou campo da sua herança, se poderá vender, nem resgatar; toda coisa assim
consagrada será santíssima ao Senhor” (Levítico 27.28).

Enquanto os fi lhos de Israel mantiveram obediência aos preceitos de Deus, cumprindo a determinação
de separar o dízimo de tudo que possuíssem, a prosperidade esteve presente na vida deles, suas plantações
e os frutos da terra produziam em grande abundância, as crias dos animais eram de boa qualidade e
se multiplicavam copiosamente.
A fartura dos fi lhos de Deus crescia de tal maneira que o tabernáculo fi cava pequeno para receber a
grande quantidade de dízimos, tanto de animais, quanto de frutos da terra, que mensalmente eram levados
aos sacerdotes:
“Logo que se divulgou esta ordem, os fi lhos de Israel trouxeram em abundância as primícias
do cereal, do vinho, do azeite, do mel e de todo produto do campo; também os dízimos de tudo
trouxeram em abundância. Os fi lhos de Israel e de Judá que habitavam nas cidades de Judá também
trouxeram dízimos das vacas e das ovelhas e dízimos das coisas que foram consagradas ao
Senhor, seu Deus; e fi zeram montões e montões” (2 Crônicas 31.5-6).


A infidelidade e a miséria dos israelitas

Com o passar dos anos, os fi lhos de Israel foram se esquecendo dos mandamentos de Deus, profanando
Sua Casa, oferecendo animais imundos sobre o altar do tabernáculo e deixando de dar os dízimos. A
consequência foi desastrosa. Sobreveio uma terrível miséria sobre a terra e seus moradores padeciam com a
fome. A terra já não produzia mais com tanta abundância e os animais quando não nasciam aleijados, nasciam
doentes. O povo, que outrora se deleitava com fartas colheitas, estava agora sobrevivendo apenas com
migalhas das plantações infrutíferas. Os sacerdotes foram, em parte, responsáveis pela ruína de Israel, pois
eles deixaram o povo agir livremente, sem o advertir sobre os males que poderiam sobrevir pelo desprezo
e infi delidade aos mandamentos de Deus:
“Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens
procurar a instrução, porque ele é mensageiro do Senhor dos Exércitos. Mas vós vos tendes desviado
do caminho e, por vossa instrução, tendes feito tropeçar a muitos; violastes a aliança de
Levi, diz o Senhor dos Exércitos. Por isso, também eu vos fi z desprezíveis e indignos diante de
todo o povo, visto que não guardastes os meus caminhos e vos mostrastes parciais no aplicardes
a lei” (Malaquias 2.7-9).
Mas, os fi lhos de Israel tiveram também parcela de culpa na infi delidade demonstrada ao Senhor, uma
vez que a responsabilidade de cada um para com Deus e para com Sua lei deve ser a expressão de uma fé
pura e voluntária, e nunca a imposição humana.

Como o empresário deve dar o dízimo?

O dízimo dos empresários não é calculado como o dos funcionários; é bem diferente e algumas considerações
devem ser ponderadas, a fi m de evitar erros e, consequentemente, futuros problemas de ordem
fi nanceira à empresa.
Para chegarmos ao valor correto do dízimo do empresário é necessário fazer a equação (E-D)x10% = dízimo. Sendo: E = entrada de receitas (vendas ou serviços) e D = despesas da empresa (impostos, aluguéis,salários etc.). Com essa pequena fórmula matemática, qualquer empresário pode calcular o valor correto
do dízimo a ser retirado. Para ilustrar melhor, esses cálculos devem seguir os exemplos abaixo:

Digamos que sua empresa teve no mês um faturamento de R$15.000,00; despesas com funcionários,impostos, água, luz, telefone, matéria-prima e aluguel no valor de R$12.800,00. Aplicando a equação, tem-os:15.000 - 12.800 = 2.200 x 10% = 220. O valor do dízimo é de R$220,00.
Esses cálculos se aplicam apenas a pequenas empresas, cujo faturamento não ultrapassa a faixa limite para microempresas. No caso de grandes empresas, o cálculo-base será sempre através do balanço contábil,de onde se deduzirá o valor do lucro ou o pró-labore do proprietário.

Conclusão: O dízimo do empresário deve ser retirado do pró-labore ou do lucro da empresa e não do faturamento bruto mensal. Esta atitude pode provocar danos irreparáveis na estrutura da empresa ou impedi-la de crescer.

Veja o exemplo abaixo:
A fi rma teve um faturamento de R$15.000,00, e, suas despesas foram de R$12.800,00. Segundo a equação mencionada (15.000 - 12.800 = 2.200 x 10% = 220), o dízimo correto é de R$220,00. Mas, se oempresário der o dízimo do valor bruto de faturamento, ou seja, R$1.500,00, excederá em R$1.280,00 o valor correto do dízimo devido, inviabilizando totalmente sua atividade, por não obter renda para manutenção de sua empresa e de sua família.

Há ainda o caso de o empresário querer dizimar do lucro de sua empresa, e não apenas do seu lucro individual. Nesse caso deverá proceder da mesma maneira para fi ns de cálculos, levando em conta as peculiaridades contábeis.

Como deve ser o dízimo do autônomo?

Autônomos são todos aqueles que trabalham informalmente, ou seja, sem carteira assinada ou vínculo
empregatício com empresas. Normalmente, fazem trabalhos temporários tais como: venda de produtos
de beleza, eletrônicos, importados; podem ser barbeiros, cabeleireiras, manicures, pedreiros, pintores, etc.

A fórmula de calcular o dízimo é bem simples.
Tomaremos por base um pedreiro que foi contratado por R$5.000,00 para fazer a reforma de uma
casa.
Neste caso, multiplica-se o valor total por 10%. Vejamos: 5.000 x 10% = R$500, 00, que é o dízimo correto.
Se no valor da reforma da casa, não foram incluídos os materiais de construção, então o pedreiro deve
embuti-los também como despesa. Por exemplo: O preço orçado foi de R$5.000,00 e os materiais fi caram
em R$2.250,00. Vejamos: 5.000 - 2.250 = 2.750 x 10% . O dízimo deve ser de R$275,00.
De um modo geral, quem trabalha por conta própria deve sempre tirar do faturamento mensal ou
semanal as despesas com matérias-primas e produtos adquiridos. Somente do que for considerado lucro
deve tirar o dízimo.
Essas deduções são necessárias para que haja equilíbrio na vida do trabalhador.
Quando se tira o dízimo do valor bruto arrecadado, pode estar cometendo o erro de dar o dízimo daquilo que não é lucro.
Por exemplo: Uma costureira faz um vestido por R$250,00; o tecido custou
R$185,00 e os aviamentos R$45,00: 250 - 185 - 45 = 20 x 10%= 2.
O dízimo correto é R$2,00. Mas se a costureira der o dízimo do valor bruto do vestido, R$25, 00, terá ultrapassado em R$23,00 o valor devido do dízimo. Portanto, o dízimo deve ser sempre do lucro real obtido e não do bruto.

Como deve ser o dízimo do assalariado?

Como deve ser o dízimo do funcionário?

Todos os funcionários devem atentar para os seguintes tópicos: salário, benefícios e deduções. O dízimo
do salário do funcionário deve ser do valor bruto mensal e não do valor líquido, vejamos o porquê.
Do salário do funcionário são descontados o INSS - que dá direito a hospitais da rede pública e à aposentadoria;
plano de saúde; vale-refeição e outros, que não são despesas, e sim, benefícios utilizados pelo
funcionário. Às vezes, ocorrem deduções do Imposto de Renda para quem ganha acima de determinado
valor, mas esse imposto também é considerado um benefício, pois geralmente é restituível quando o trabalhador
tem dependentes

O funcionário tem que tirar o dízimo quando faz um vale?

Quando retira um vale no meio do mês, o dizimista tem duas opções: Pode tirar o dízimo imediatamente
e deduzi-lo no fi nal do mês ou deixar para retirar tudo de uma só vez quando receber o complemento
do salário. Cabe salientar que, ao tirar um vale, o salário a receber é menor no fi nal do mês. Para
evitar o descumprimento da fi delidade com Deus, é aconselhável tirar logo o dízimo para não acumular.

Quando se faz empréstimo, é necessário tirar o dízimo?

Nos casos de empréstimos não é necessário retirar o dízimo, pois o pagamento das parcelas do
fi nanciamento deve sair de uma fonte de renda da qual já tenha sido tirado o dízimo

Como deve ser o dízimo de quem não trabalha?

Dízimo é sempre dez por cento das rendas salariais, dos lucros empresariais ou mesmo de trabalhos
sazonais, temporários ou de quem recebe mesadas.
No entanto, nunca se deve dar o dízimo daquilo que não pertence ao cristão. Por exemplo: A mulher
recebe do marido dinheiro para fazer as compras do mês, e dali tira o dízimo em nome do marido.
Podemos afi rmar que essa atitude é errada. Não se pode dar o dízimo por outrem sem o seu devido consentimento,
ainda que essa pessoa seja o marido.
Se o marido der à mulher uma quantia para que ela faça uso como quiser, aí, sim, deve-se tirar o dízimo,
mas do dinheiro das compras ou prestações, não se deve tirar.

Como deve ser o dízimo do pensionista?

O pensionista recebe mensalmente um salário real, sem descontos previdenciários e deve tirar o
dízimo do valor bruto recebido. Mesmo que esteja incluído na faixa de tributação do Imposto de Renda,
conforme analisado anteriormente, deverá dizimar do valor bruto recebido.

AIMEE SEMPLE McPHERSON

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Fundadora do Evang. Quadrangular//1922
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UMA NOVA IGREJA UM NOVO TEMPLO

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Tudo quanto te vier a mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol para onde vais, não há, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.Eclesiastes 12:10

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